terça-feira, 17 de março de 2026

Al Sultan investe no atendimento em salão e em festivais gastronômicos


Al Sultan no Festival do Pão com Bolinho



Após rebranding, marca investe no atendimento em salão e em festivais gastronômicos

O restaurante de gastronomia árabe, Al Sultan, após passar por uma repaginação e nova proposta da marca, investe em festivais gastronômicos. O primeiro do ano que a rede vai participar é o 24º Festival de Pão com Bolinho, que acontece de 18 de março a 12 de abril. Neste período o sanduíche tradicional da cidade estará por um preço único: R$ 27.

O Al Sultan é o único árabe a participar do Festival e traz um sanduíche pra lá de saboroso e diferente, feito com pão sírio, molho grego, salada mediterrânea, bolinho de carne (Arayes), cebola crispy e habesh (molho de alho), acompanhado de batata frita. É a união perfeita da gastronomia brasileira com a árabe.

O menu do Al Sultan é bem extenso. De esfihas, beirutes e shawarmas, passando por kebabs, quibes, combos e pratos especiais - para o almoço ou jantar - com tabule, pão sírio, coalhada e diversos sabores e opções desta rica culinária.

Rebranding

O Al Sultan atingiu a marca de mais de 5 milhões de esfihas vendidas. O restaurante surgiu em 2009 com foco principal no delivery. São mais de 15 anos trabalhando na democratização da gastronomia árabe, equilibrando preços acessíveis com ingredientes de alta qualidade e receitas de família.

Hoje o Al Sultan possui sete unidades, sendo quatro delas em Curitiba, e uma em Ponta Grossa, São José dos Pinhais e São Paulo.

Consolidada na entrega em casa, com rapidez, agilidade e ingredientes frescos, ano passado o Al Sultan passou por um reposicionamento de marca e agora investe também no atendimento no salão. Uma excelente oportunidade para degustar os combos especiais ou os pratos elaborados com os insumos mais desejados da culinária árabe.

Serviço

Al Sultan

Água Verde, Ecoville, Bairro Alto e Juvevê em Curitiba.

São José dos Pinhais, Ponta Grossa e São Paulo.

Das 11h às 23h todos os dias da semana.

www.alsultan.com.br

@alsultanarabian

Foto: Gean Cavalheiro 

Herson Capri debuta no Festival de Curitiba depois de ter brincado nas obras do Guaíra e visto o teatro pegar fogo

 

Nascido em Ponta Grossa, mas criado em Curitiba, ator já interpretou mais de cem personagens em quase 60 anos atuando; na Mostra Lucia Camargo, está em cena em Sabedoria dos Pais

Hoje um dos maiores e mais conceituados centros culturais do Brasil, o Teatro Guaíra foi erguido lentamente e em etapas, ao longo de mais de duas décadas. As obras começaram em 1952 e atravessaram os anos 1960. A inauguração do grande auditório só aconteceu mesmo em 1974. Nesse meio-tempo, o ponta-grossense Herson Capri e os amigos da infância costumavam fazer do entulho acumulado pela obra parada um playground pra brincar de polícia e ladrão e esconde-esconde. Mais tarde, quando um incêndio de grandes proporções adiou ainda mais a entrega final do edifício, o ator assistiu ao vivo, da Praça Santos Andrades, às labaredas que consumiam a estrutura.

“Eu tinha uns 17 anos e estava indo levar minha namorada pra casa, como fazia sempre. A gente passou por ali e viu tudo. Eu já fazia teatro nessa época, então foi uma coisa que bateu forte”, relembra, em entrevista por telefone ao Fringe.

Agora Herson Capri faz o seu debute no Festival de Curitiba e apresenta no mesmo Teatro Guaíra da sua infância e adolescência a peça “A Sabedoria dos Pais”, escrita e dirigida por Miguel Falabella especialmente para ele e a amiga de longa data Natália do Valle. As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30.

No mesmo complexo, no auditório do Guairinha, o ator apresentou seu primeiro espetáculo, quase 60 anos atrás, ainda como estudante do Colégio Estadual do Paraná. A peça “O Julgamento de Joana”, escrita por Eddy Franciosi e dirigida por Telmo Faria, era baseada no veredito a que foi submetida a mártir francesa Joana D’Arc, e chegou a fazer turnê até pelo Rio de Janeiro, durante um mês.

O ator ainda lembra de quando tomou a decisão que definiria sua existência dali pra frente. “Eu estava me concentrando durante o ensaio geral, olhei os refletores apagados e pensei: tenho quinze anos e descobri o que quero fazer pelo resto da minha vida.”

Um pouco de pressão familiar, no entanto, o fez começar o curso de economia pela Universidade de São Paulo (USP) – isso e o fato de ele achar que essa era uma boa oportunidade para “ajudar o mundo a acabar com a fome”. “É claro que depois eu descobri que não era isso que faziam ali”, critica. Na nova cidade, encontrou um grupo de universitários da PUC e continuou fazendo teatro ali.

O ator foi politizado desde a infância pela convivência com o pai, Jair Capri, um tesoureiro do Partido Comunista Brasileiro que corria o Paraná organizando greves e sindicatos e chegou a ser preso pela ditadura militar. A casa da família, na Rua Doutor Faivre, centro de Curitiba, recebia reuniões do “partidão” periodicamente, num esquema de revezamento para driblar a vigilância dos milicos. Aos 12 anos, o garoto pegava a bicicleta para ir visitar o pai no Presídio do Ahu, levando a tiracolo comida, cigarros e jornais. O pai nunca sofreu tortura, mas passou 20 dias na solitária e dali pode ouvir os amigos sendo seviciados.

Capri largou a economia, mas nunca esqueceu o exemplo paterno, que pregava a igualdade entre os homens. “Ele também tinha uma conexão muito grande com a cultura. Lia pra mim as fábulas de Esopo e Saint-Exupéry, e sempre me levava às peças de teatro que iam pra Curitiba, que não eram muitas”, diz. “Ele não gostava de Stálin, que considerava um autoritário, mas lia Marx e Lênin. Eu sou totalmente a favor das políticas compensatórias, desse estado de bem-estar social que existiu na Europa e que agora estão tentando destruir também lár. O Brasil tem que ajudar quem mais precisa. O Fernando Haddad é um dos melhores ministros da Fazenda que já tivemos, se não for o melhor.”

O elogio, no entanto, não é irrestrito. “Desde que eu comecei, a arte de interpretar evoluiu muito, mas o Brasil sempre esteve um pouco aquém. O incentivo ao teatro é muito menor do que o dado à indústria e aos bancos, embora o teatro dê muito mais retorno, inclusive com geração de renda e empregos”, desabafa. “Hoje você tem a demonização da Lei Rouanet, mesmo com ela tendo uma auditoria muito forte e rigorosa. Se você disser que vai gastar com um lápis e gastar com uma borracha, tem que se explicar. Então, se o fazer artístico evoluiu no Brasil, foi às custas dos profissionais”, lamenta Capri, dono de um estilo cortês mas direto, sem disposição para dar muitas voltas antes de dizer o que quer.

Uma das mudanças mais radicais aconteceu por conta das mudanças de contrato promovidas pela Rede Globo e a ascensão do streaming, no qual recentemente Capri fez sucesso com o vilão Átila Argento, de “Beleza Fatal”, novela transmitida pela HBO Max. A principal novidade foi a duração: “Beleza Fatal” teve apenas 40 capítulos, contra os mais de duzentos do formato tradicional. “Não é uma série, é uma novela mesmo, com tom de cinema. E é muito melhor para o público, as coisas acontecem com mais rapidez, a trama tem consistência. No tamanho antigo, é todo mundo obrigado a encher muita linguiça.”

Em certo momento, o ator chegou a ficar conhecido pelo público dos folhetins pelos papeis maléficos, interpretando na tela sucessivos patifes e vigaristas, ao ponto de precisar pedir um tempo pra antiga emissora. “O vilão é o antagonista e dramaturgia é antagonismo, é conflito, é isso que faz a trama rodar. O problema é a repetição, você não evolui no ofício se faz sempre o mesmo personagem. Pedi pra me darem qualquer outra coisa, um mendigo que fosse”, ri.

Nos mais de cinquenta anos como intérprete – ele faz questão de destacar que tem 51 de profissão, mas quase 60 de teatro –, Herson Capri ultrapassou a marca dos cem personagens. Foram 38 peças, 37 novelas e 22 filmes, fora as séries.

No cinema, estrelou no papel de Barão do Serro Azul o longa “O Preço da Paz”, que venceu o Prêmio do Júri Popular do Festival de Gramado em 2003. O drama conta a história de uma tragédia curitibana pouco conhecida do público em geral, quando, em meio à Revolução Federalista, os maragatos chegaram às portas da capital, tendo deixado um rastro de destruição, morte e estupros por onde passavam.

A fuga do então governador Vicente Machado deixou a cidade completamente desprotegida, e o barão reuniu os mais proeminentes comerciantes da época para recolher dinheiro e subornar os rebeldes, a fim de garantir que os curitibanos não fossem as próximas vítimas da guerra civil. Quando os maragatos foram finalmente solapados, Vicente Machado voltou ao cargo, tratando o barão como traidor. Ele foi preso e fuzilado às margens da Estrada da Graciosa.

É no teatro, no entanto, que Herson Capri diz se realizar plenamente. “Eu prefiro sempre. Ali está a consistência, o estudo profundo do personagem, o posicionamento concreto, o contato com o público, coisa que nenhuma inteligência artificial nunca vai substituir. A tevê e as séries são entretenimento, a função delas é o lucro. E a gente fica sempre à mercê disso.”

É também nos palcos que ele mais exerce a função de diretor. Nessa seara, a mais recente investida foi o espetáculo “Eu Sou Minha Própria Mulher”, com o ator Edwin Luisi.  “O meu ponto forte é que eu estendo tapete vermelho pros atores. Ouço e acato a opinião deles. O diretor sabe do todo, mas quem sabe mais do personagem é o ator. Nem todo diretor percebe isso.” 

Aos 74 anos, Herson Capri é difícil de derrubar. Há poucas semanas, sofreu um infarto, mas isso adiou apenas por alguns dias as apresentações de “A Sabedoria dos Pais” em São Paulo. Na década de 90, perdeu metade do pulmão por conta de um câncer – mesmo já tendo deixado de fumar há seis anos –, que descobriu às vésperas de encenar “A Paixão de Cristo”, e fez a peça mesmo assim, exibindo a cicatriz da cirurgia. Em 2008, novo câncer o fez retirar vinte centímetros do intestino.

O empenho e a dedicação são, para ele, o segredo do ofício. “Eu falo até o ponto da obsessão mesmo. É como em qualquer profissão. Dá pra melhorar sempre, isso é infinito.”

“A Sabedoria dos Pais” conta com acessibilidade de intérprete de Libras. A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.



Ficha Técnica:

Texto e Direção: Miguel Falabella

Elenco: Natália do Vale e Herson Capri

Assistente de Direção: Edwin Luisi

Cenário: Turíbio e Zezinho Santos Arquitetura

Luz: Paulo César Medeiros

Trilha Sonora: Leandro Lapagesse

Vídeo: Richard Luiz

Figurino: Marco Pacheco e Jemima Tuany

Direção Técnica: Nailton Silva

Designer de Som e Operadora: Julia Mauro

Camareira: Valkiria Cabral

Assistente de Produção: Gabriel Vaccaro e Pillar Paiva

Assessoria de Comunicação: Adriana Balsanelli

Coordenação de Produção e Tour Mananger: Robert Litig

Direção de Produção: Theo Falabella.


Serviço:

A Sabedoria dos Pais – Mostra Lucia Camargo

34º Festival de Curitiba

Local: Guairão - Rua Conselheiro Laurindo, 175 - Centro

Data: 8 de 9 de abril

Horário: 20h30

Categoria: Comédia

Classificação: 14 anos

Duração: 90 min

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85  (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba  #teatroguaira #guairão #sabedoriadospais

Foto: Nana Moraes Por Sandoval Matheus

Artefacto Beach & Country apresenta Mostra 2026 com o tema Maturidade

 

Exposição reúne ambientes assinados por arquitetos de todo o país e marca os 50 anos da Artefacto, além de lançar novas peças de design assinadas por Roberto Cimino e Nelson Amorim, Sergio Mattos e Junior Brandão.

Mostra Artefacto Haddock Lobo - Chris Hamoui - Foto Raphael Briest


A Artefacto Beach & Country apresenta a edição 2026 de sua tradicional mostra de arquitetura e interiores. Neste ano, a curadoria propõe uma reflexão sobre maturidade, conceito que também marca o momento simbólico em que a Artefacto celebra 50 anos de história. Mais do que uma referência à passagem do tempo, maturidade é entendida como uma nova forma de habitar — com consciência, permanência e valorização da experiência.

“A maturidade, para nós, está ligada à capacidade de evoluir sem perder a essência. Ao completar 50 anos, a Artefacto reafirma seu compromisso com o design atemporal, com a qualidade e com a relação profunda entre casa e bem-estar”, afirma Paulo Bacchi.

A edição reúne ambientes assinados por arquitetos e designers convidados e apresenta também novos lançamentos de design assinados por Roberto Cimino e Nelson Amorim, além de criações de Sergio Mattos e Junior Brandão, reforçando o diálogo entre arquitetura, mobiliário e estilo de vida.

 Ao todo, 13 ambientes inéditos compõem o percurso da Mostra Artefacto Beach & Country 2026, assinados por profissionais de diferentes regiões do país.

Architects+Co (@architects_mais_co)

Inspirado pelo universo náutico, “Navegar é preciso”, ambiente criado pelos arquitetos Caio Bandeira e Tiago Martins, da Architects+Co., traduz maturidade como liberdade, elegância e identidade. Com 87 m², o espaço integra living, quarto e jantar, evocando sensação de movimento permanente e descoberta. Para seus criadores, trata-se de conjugar experiência e sabedoria por meio de materiais que perduram, contam e, acima de tudo, propagam histórias.

Mármore, madeira maciça, pau-ferro, palha e latão compõem a base sólida, enquanto a paleta de beges, brancos, azuis escuros e off-white reforça a estética atemporal. A iluminação indireta sugere acolhimento, e pontos focais destacam móveis, obras de arte e muxarabis escultóricos, imprimindo ritmo e intensidade ao conjunto da composição.

Suave e sutil, o mobiliário foi escolhido por suas linhas sóbrias e atemporais. O módulo Getz, a poltrona Hobie, a mesa de centro Pandia e a coluna de jantar Sabang integram-se com naturalidade ao espaço. Enquanto a cama Talalla une rusticidade e elegância, adaptando-se a diferentes estilos e traduzindo maturidade como permanência.


Elkis Paisagismo (@elkispaisagismo)

Mais do que um lounge ao ar livre, a “Praça Central”, reelaborada pelos paisagistas Caroline e Gilberto Elkis, é uma experiência sensorial: proporções equilibradas, texturas honestas e materiais naturais — madeira, couro, metal e mármore — compondo um cenário de discreta sofisticação. A paleta em cinza e burgundy reforça a atmosfera essencial, enquanto a iluminação indireta, quente e pontual, destaca volumes e cria o clima intimista.

Poucos móveis, todos de importância singular, interagem com a exuberante vegetação tropical, dando forma a uma proposta versátil, capaz de assumir diversas configurações. Traços contemporâneos e desenho autoral sustentam a ideia de permanência, ao mesmo tempo em que o conforto oferecido pelo mobiliário garante que o espaço seja vivido em plenitude.

Presente em várias edições da mostra, sempre no mesmo espaço, Caroline testemunhou sua evolução ao longo do tempo. Hoje, segundo ela, a Praça Central adquiriu sua maturidade, com consistência e harmonia. “É chegado aquele momento em que tudo parece ter alcançado seu nível máximo de adaptação, revelando toda sua beleza e força”, conclui.


Erika Queiroz (@erikaqueirozarquitetos)

Neste rooftop, projetado pela arquiteta Erika Queiroz, maturidade é importar-se apenas com o essencial. É reconhecer que o tempo é aliado do bom design e que cada escolha deve carregar intenção. Dotado de espaço gourmet e living externo, o ambiente se converte em refúgio: um lugar de conexão, onde lazer, eventos e relacionamentos se entrelaçam com propósito.

Nesse contexto, cada detalhe foi pensado para respeitar o ritmo das pessoas e transformar momentos cotidianos em experiências memoráveis. Materiais naturais, lado a lado, revelam texturas inusitadas, enquanto os tons de verde se mesclam à naturalidade da madeira. Suave e quente, a iluminação preenche o espaço como um gesto delicado, simulando a luz natural e reforçando a sensação de acolhimento.

Selecionado para reforçar essa narrativa de maturidade e permanência, o mobiliário Artefacto ocupa posição central. Entre as peças em destaque, a poltrona Corumbau, com sua concha trançada à mão, é, segundo a arquiteta, o móvel que melhor traduz a essência do projeto, ao revelar a simplicidade de estar junto — a gentileza de receber e a liberdade de celebrar o que realmente importa.


Gláucia Britto (@glauciabrittoarquitetura)

No “Espaço do Bem-Estar”, a arquiteta Gláucia Britto apresenta o seu conceito de maturidade a partir de uma narrativa visual que privilegia o tempo e a pausa. Nele, nada é aleatório: tudo é intencional. Construído em torno de móveis que não apenas ocupam, mas definem o espaço, o ambiente convida ao silêncio e à contemplação. Estar bem, aqui, é estar presente.

Cada peça foi escolhida para sustentar o acolhimento e equilíbrio. A chaise longue Kamari sugere contemplação e descanso. Os bancos Lucero, Manihi e Porter reforçam a versatilidade, enquanto o sofá Moh funciona como convite à permanência. Por fim, o biombo Tangalle acrescenta camadas de introspecção, evocando a ideia de que o verdadeiro luxo é poder se recolher.

Disposto em meio a materiais naturais como limestone e pedra Hitam, o mobiliário ganha papel protagonista. Mais do que um simples SPA, o ambiente se configura como um verdadeiro manifesto sobre viver em plenitude e serenidade, com móveis que não seguem tendências efêmeras, mas se afirmam como peças atemporais, capazes de acompanhar o tempo e a vida.


Jayme Bernardo (@jaymebernardoarquitetos)

Inspirado pela minissérie “O Talentoso Ripley”, ambientada na costa italiana, “Refúgio”, ambiente criado pelo arquiteto Jayme Bernardo, celebra a maturidade como sabedoria: um espaço onde os prazeres de uma boa conversa se encontram com os de uma boa mesa. Mais do que uma área de estar, um lugar concebido para acolher e proporcionar momentos de livre convivência.

Repleto de surpresas, o percurso se inicia em um lounge espaçoso, com vista para jardim interno. A estante Jeri vem a seguir, filtrando a luz natural de forma leve. Em seguida, o módulo Pluma domina a cena, convidando ao relaxamento. Frente a ele, a mesa de jantar Kham, assumindo função de aparador, exibe objetos selecionados a dedo. No espaço anexo, a sala de jantar ganha teto rebaixado em madeira e preenchimento com palha.

A atmosfera é reforçada por materiais naturais: mármore travertino no piso, painéis de madeira e tecidos com texturas ressaltadas, ampliando a sensação de acolhimento. Tonalidades claras reforçam a leveza, enquanto a iluminação suave inspira conversas informais. Quase palpável, a maturidade se revela assim como sabedoria aplicada ao cotidiano.


Juliana Meda (@julianamedaarquiteta)

Para Juliana Meda, seu escritório é mais do que local de trabalho: é espaço de experiências. Um lugar onde a arquiteta se permite celebrar a liberdade de criar, inspirada por suas viagens, família e vivências acumuladas ao longo do tempo. Por isso, deve ser encarado com todo o respeito: atenção ao tempo, às pessoas, aos processos de construção e à concretização dos sonhos.

Coerente com suas reflexões, o projeto nasce de aspectos pessoais que traduzem sua fase atual: a liberdade de transitar entre trabalho e pausa, entre produção e prazer, na companhia da natureza, vista por ela como essencial; o som das águas, o fogo, as múltiplas texturas e a luz compondo uma experiência sensorial completa. O espelho d’água, o teto espelhado, a biblioteca, a cama e a banheira revelam camadas de calma e introspecção.

Entre os móveis, cada escolha foi feita com base na atemporalidade. A mesa de trabalho, formada pelos cavaletes Manuk e pela cadeira Miarin, tem significado especial por representar a finalidade última do espaço. O sofá Nocmii simboliza acolhimento, enquanto o balanço Ipê remete à pausa necessária de cada dia.


Lidia Maciel (@lidiamaciel)

“Matéria do Tempo – Entre a Luz e a Forma” é um ambiente concebido por Lidia Maciel para celebrar a maturidade como permanência e contemplação. Um espaço no qual a beleza acontece no intervalo — naquilo que se percebe antes das palavras — e onde cada gesto simples traduz a arquitetura do tempo. Para a arquiteta, reconhecer o tempo como valor é permitir que a experiência se sobreponha à novidade.

Sintético, o espaço organiza-se como sala de leitura integrada a uma adega e varanda, estabelecendo escala próxima ao corpo e à experiência sensorial. O piso em pedra natural, assentado em malha regular, ancora o conjunto e dita ritmo. Silenciosa, a presença da arte instaura pausas e amplia a percepção, enquanto uma estante iluminada, que invade o teto, revela cheios e vazios com sutileza.

Conectando os diversos setores, o mobiliário organiza-se em núcleos que dialogam entre si. Na adega e convivência, a coluna de jantar Tibau, as cadeiras Male e o carrinho Arugam estruturam encontros íntimos. No estar, as poltronas Batu e Geo compõem um espaço flexível e acolhedor. Enquanto na varanda, as poltronas Kamari reforçam o convite à contemplação.


Maai Arquitetura (@maaiarquitetura)

Com 190 m², o living projetado pela Maai Arquitetura — Monica Pinto, Isabel Veiga e Arnaldo Pinho — nasce da compreensão de que experiência e liberdade criativa caminham juntas, permitindo escolhas conscientes e precisas. Para o estúdio, não se trata de rigidez, mas da confiança de quem entende maturidade como clareza e permanência. O tempo, aqui, não é limite, mas aliado no processo de projetar.

Material símbolo, a pedra Via Capri carrega em sua textura a memória geológica do tempo. Ela dialoga com a paleta de cinzas e grafites dos acabamentos e tapetes, produzindo uma atmosfera silenciosa e atemporal. Desenhadas especialmente para o projeto, jardineiras metálicas abraçam o mobiliário, diluindo limites entre arquitetura e paisagismo e promovendo uma transição harmoniosa entre o construído e a natureza.

Afinado com a proposta, o mobiliário contrapõe materiais resistentes e estética atemporal. Sofás modulares e mesas laterais de apoio ganham significado especial, refletindo uma dinâmica projetual que entende qualquer ambiente como flexível e capaz de se adaptar a diferentes encontros e ritmos.


Marcelo Salum (@marcelosalum)

Em uma autêntica celebração da vida compartilhada, a “Casa de dois homens”, de Marcelo Salum, conceitua maturidade como sinônimo de gentileza. Consciente de que viver ao lado de quem se ama é uma das formas mais bonitas de amadurecer, o arquiteto imprimiu a cada detalhe de seu projeto um significado especial: das cores aos móveis, tudo revela forte vínculo afetivo e autenticidade.

Do colorido sóbrio — azul marinho, azul claro, bege e bordô — à iluminação quente e concentrada, que contorna paredes e janelas cenográficas simulando a luz natural. Das obras de arte, escolhidas a dedo, à seleção criteriosa do mobiliário, pensado para contextualizar uma casa que poderia estar tanto no campo quanto na praia.

Caso da cadeira Stern, do carro chá Semai e do aparador Rio, móveis que sugerem acolhimento e convidam à permanência. Das poltronas Castalla, Dizzy, Mios e Geo, entrelaçadas ao sofá Guili e ao Direc, evocando funcionalidade e memória. E, por fim, dos bancos Tappo e Manihi, peças capazes de agregar ao espaço uma nota a mais de despojamento.


Mariana Maran (@marianammaran)

Mais do que espaço de contemplação, “Essência do Tempo”, ambiente assinado por Mariana Maran, reflete um olhar maduro e seguro, que entende o luxo como qualidade, durabilidade e experiência sensorial. Com 110 m², o projeto integra living e quarto em meio a uma atmosfera serena e sofisticada, traduzindo maturidade como a capacidade de escolher com consciência e serenidade.

Entre os revestimentos, mármore branco, tecidos e papéis de parede compõem a base neutra, reforçando a sensação de clareza e equilíbrio. A iluminação suave e indireta conduz o olhar com calma, valoriza volumes e texturas e cria profundidade sem excessos. Como a própria maturidade, trata-se de um ambiente que não se impõe, mas inspira e revela.

A atemporalidade e a sofisticação discreta guiaram a seleção do mobiliário. Valores esses revelados em peças ícones como o sofá Key Biscayne, a poltrona Lerida, a mesa Pandia e a cômoda Anyer. Mas também nas poltronas Mayu, revestidas com tecidos que carregam significado especial para a arquiteta, por unirem design refinado e memória afetiva.


Paola Ribeiro (@paolaribeiroarqinteriores)

Em “Raízes e Memórias”, ambiente criado por Paola Ribeiro, a maturidade é um estado de espírito que pode ser traduzido por coragem e liberdade. É ousar pintar o teto de preto, aplicar tecidos inesperados, misturar móveis contemporâneos com peças artesanais e ainda assim criar uma base acolhedora.

Texturas inesperadas convidam ao toque: o trançado irregular do rattan, a aspereza suave da palha e o veludo macio dos estofados. A iluminação envolve o ambiente enquanto o verde invade pelas janelas e jardins verticais, convidando a natureza a participar do cotidiano.

Compondo uma narrativa de permanência e autenticidade, o mobiliário Artefacto conduz o olhar. Os módulos Evans estruturam o estar, a coluna de jantar Sabang e as cadeiras Pasu reforçam a autenticidade, enquanto o aparador Rio, a escrivaninha Moya e a moldura Kaimeer completam uma composição que trata de funcionalidade e memória.


Ponto3 Arquitetura (@ponto3arquitetura)

“A-mar” é um living de 40 m² projetado pelo Ponto3 Arquitetura — Gesiel Soares e Raphael Barbosa — que traduz maturidade como permanência e consciência. Inspirado pelo litoral de João Pessoa e pelo pôr do sol da praia do Jacaré, o ambiente integra natureza e cidade, passado e presente.

Para seus criadores, contemplar o mar diariamente é ritual de sabedoria, e o linho, material que envelhece com beleza, simboliza o tempo. Daí a ideia de valorizar o essencial por meio de madeira e pedra, paleta de cores em branco e off-white e iluminação indireta e discreta.

O mobiliário sustenta os conceitos de elegância e simplicidade. Entre os destaques estão o sofá Nouvel em linho, a coluna de jantar Tibau com tampo em cistral, a poltrona Calixto, a mesa de centro Lamai e a cadeira Luang, compondo um conjunto atemporal e acolhedor.


Roberta Zimmermann (@robertapzimmermann)

“Living do Essencial”, assinado por Roberta Zimmermann, busca abordar a maturidade em sua dimensão mais pura. Inspirado pela leitura de “Um Novo Mundo”, de Eckhart Tolle, o projeto reflete a busca por paz interior e serenidade.

Entre brancos, off-white e cinzas, a paleta quase monocromática reforça a atmosfera de calma almejada. Madeira natural, pedra e linho criam materialidade honesta, remetendo ao eterno e ao essencial, enquanto a luz difusa convida à introspecção.

Móveis como as poltronas Pasar e Monovar traduzem o desejo de repouso e reflexão. A coluna de jantar Pantar e as cadeiras Batar reforçam a ideia de permanência e legado, enquanto a mesa de centro Pandia organiza o espaço com equilíbrio entre forma e função.

SERVIÇO

Mostra Artefacto Beach & Country 2026

📍 Endereço:
Av. Brasil, 1823 – Jardim América
São Paulo – SP

🕒 Horário de funcionamento:
Segunda a sábado, das 10h às 19h

🌐 Site:
www.artefacto.com.br

📲 Instagram:
@artefactobc

🎟 Entrada:
Gratuita

Jun Sakamoto Casual lança opção exclusiva para delivery

 


 

 

O Jun Sakamoto Casual, restaurante do chef estrelado Jun Sakamoto localizado no ParkShoppingBarigüi, lança uma super novidade: um prato exclusivo para a opção de delivery.

 

 

É a alta gastronomia do renomado chef na comodidade de casa. São duas opções de poke.

 

 

Poke Tataki de Atum traz um shari especial com atum perfeitamente selado. A doçura do tomate cereja maçaricado no azeite soma-se à cremosidade do avocado. Para elevar o sabor, o toque herbal único do shisso - tudo isso regado ao molho tataki da casa.

 

 

Já o Poke do Chef traz Salmão em cubos, sunomono, cebola roxa, avocado e maionese kewpie. É a experiência de um mestre, em um prato elaborado exclusivamente para o delivery.

 

 

Mais sobre o Jun Sakamoto Casual

 

 

O Jun Sakamoto Casual de Curitiba apresenta uma proposta mais descontraída do chef Jun Sakamoto, renomado sushiman de São Paulo, à frente do restaurante Jun Sakamoto, em Pinheiros, premiado com uma estrela no Guia Michelin.

 

Mesmo em um formato mais casual, o restaurante mantém a qualidade, o rigor nos processos e o cuidado na execução dos pratos japoneses que tornaram o nome Jun Sakamoto reconhecido internacionalmente.

 

 

Serviço

Jun Sakamoto Casual

ParkShopping Barigüi, piso L3, nº 309.

Instagram: @junsakamotocasual

Delivery-  99Food e iFood

Agência Decola (Isaque Blanco)

 

Dolce&Gabbana inaugura nova e mais completa loja em Curitiba no Pátio Batel

 

A Dolce&Gabbana inaugurou em fevereiro uma nova boutique no Pátio Batel, em Curitiba. A marca migra de espaço dentro do shopping e celebra a abertura de uma loja ainda mais completa em produtos e serviços, com o dobro do tamanho em relação à anterior - agora com 419 metros quadrados.

A nova boutique apresenta uma full experience no universo da Dolce&Gabbana, com as coleções feminina e masculina de Ready to Wear, além de acessórios e uma sala dedicada exclusivamente a Fine Jewelry.

Ao novo espaço, chegam também as linhas Dolce&Gabbana Beauty, que inclui fragrâncias e maquiagem e a Dolce&Gabbana Casa Collection, com itens de casa e decoração. Um provador dedicado ao Made To Measure, o serviço de sob-medida da marca, e um camarim exclusivo para Dolce&Gabbana Beauty são dois diferenciais da nova loja.

O projeto arquitetônico segue o da loja do JK Iguatemi, em São Paulo, inspirado na essência italiana da etiqueta; o contraste entre preto e branco realça o DNA da Dolce&Gabbana, criando uma atmosfera que valoriza o protagonismo dos produtos na exposição das criações da marca.

Com o novo espaço, a Dolce&Gabbana evidencia a relevância do mercado brasileiro para a marca, presente no país com 17 lojas, entre 13 boutiques, 1 pop-up store e 3 outlets.




Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, contando com aproximadamente 190 estabelecimentos, sendo 72 lojas exclusivas, como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, a marca Pátio Batel se posiciona como “única em todos os sentidos”: um espaço para ser acolhido em uma experiência de bem-estar, moda e luxo.

Foto: Loiro.

Estão abertas inscrições para o concurso cultural "Sua Família Faz Parte da Nossa"

 

RPC abre inscrições para o concurso cultural “Sua Família Faz Parte da Nossa”



 
Projeto do Meio-Dia Paraná procura receitas que carregam histórias de família, tradição e memória afetiva

A RPC abriu hoje, segunda-feira (16), as inscrições para o concurso cultural “Sua Família Faz Parte da Nossa”, iniciativa que integra uma série especial do Meio-Dia Paraná e convida famílias de todo o estado a compartilhar receitas que carregam história, tradição e memória afetiva.  

A proposta do projeto é simples e ao mesmo tempo poderosa: revelar as histórias que nascem em volta da mesa. Aqueles pratos que atravessam gerações, que aparecem nos almoços de domingo, nas celebrações e nos encontros familiares — receitas que, mais do que ingredientes, guardam lembranças e identidade.  

A série parte de uma ideia central: toda família tem um prato que conta sua história. E é justamente essa relação entre comida, memória e família que o projeto quer mostrar.  

Histórias que viram reportagem  

Por meio do concurso, a emissora vai selecionar quatro receitas por regional no Paraná. As famílias escolhidas terão suas histórias transformadas em reportagens especiais exibidas no Meio-Dia Paraná, mostrando o preparo do prato e, principalmente, o significado que ele tem dentro da família.  

Ao todo, 32 receitas e histórias irão compor um grande mosaico afetivo do estado, revelando tradições culinárias que atravessam gerações e representam diferentes culturas presentes no Paraná.  

Além das reportagens, todas as receitas selecionadas farão parte de um ebook exclusivo, disponível no app Você na RPC, reunindo os pratos e as histórias que mostram como a comida pode conectar pessoas, memórias e tempos diferentes.  



Como participar
  

As inscrições ficam abertas de 16 a 25 de março e devem ser feitas exclusivamente pelo aplicativo Você na RPC. Os interessados precisam preencher um formulário no app contando a história da receita da família. Entre as informações solicitadas, o telespectador deverá contar a origem do prato, em quais momentos ele costuma ser preparado, qual memória afetiva está ligada à receita e também quem mantém viva essa tradição dentro da família.  As inscrições passarão por curadoria editorial, que levará em consideração principalmente a força da história por trás da receita. Serão avaliados: a memória afetiva ligada ao prato, a tradição familiar, a representatividade cultural ou regional, a clareza do relato e o potencial da história para reportagem em vídeo.  

O concurso não avalia técnica culinária ou complexidade gastronômica, mas sim o valor da história que a receita carrega. Cada receita enviada representa herança, encontro e identidade familiar. Ao reunir essas histórias, a RPC propõe um retrato afetivo do estado, mostrando como as memórias que nascem dentro de casa também fazem parte da história de todos. Porque, no fim das contas, toda família tem um sabor que conta quem ela é. 

 
Foto: Divulgação.

segunda-feira, 16 de março de 2026

Networking e experiência marcam a chegada de Daniele Simião e Andrea Prey à Aster Imóveis

 

Da esquerda para a direita - Daniele Simião e Andrea Prey

Amigas de longa data e agora também parceiras de jornada profissional, Daniele Simião e Andrea Prey iniciam um novo e promissor capítulo em suas trajetórias ao ingressarem no mercado imobiliário.

Vindas de carreiras consolidadas em outras áreas, elas passam a integrar o time da Aster Imóveis, trazendo na bagagem não apenas experiência e visão estratégica, mas também um sólido networking construído ao longo dos anos.

A afinidade pessoal que sempre marcou a amizade entre Daniele e Andrea agora se transforma em sinergia profissional. Com perfis complementares, ambas chegam ao segmento imobiliário motivadas pelo desejo de conectar pessoas a oportunidades e realizar sonhos por meio de negócios assertivos e relações de confiança.

A decisão de migrar para o setor reflete um movimento cada vez mais comum entre profissionais que buscam novos desafios e maior protagonismo em suas carreiras.

No caso das duas, o histórico em áreas distintas contribui para uma abordagem diferenciada no atendimento, pautada pela escuta ativa, olhar estratégico e forte capacidade de relacionamento.

Ao fazerem parte da Aster Imóveis, Daniele Simião e Andrea Prey reforçam o time com energia renovada, visão contemporânea e a certeza de que o mercado imobiliário valoriza, cada vez mais, profissionais que unem competência técnica, sensibilidade humana e uma rede de conexões consistente.

A expectativa é de uma trajetória marcada por conquistas, crescimento e muitas histórias de sucesso compartilhadas. Serviço:

Instagram: @amigasimoveisaster https://www.instagram.com/amigasimoveisaster?igsh=NGJtNWpqbzR2am5u

Foto: Marla Neto.